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domingo, 11 de abril de 2010

ÍNDIOS

Pra começar trabalhar o dia dos índios na minha escola, resolvemos partir da chegada dos portugueses no Brasil... então pra falar do assunto eu levei pra sala de aula um mapa mundi bem grande e contei a história.

Pra ficar registrado, em artes eu levei pra sala de aula o desenho de uma caravela e dei tecidos pra que os alunos decorassem como quisesse, ficou muito bonito.

Em Natureza a Sociedade, eu trabalhei os tipos de vestimentas dos índios e dos bandeirantes, levei esse texto pra sala de aula e foi um bate papo bem legal com os alunos.



Pra aula não ficar muito cansativa, fizemos uma atividade com barbante e ficou muito legal, eles amaram:


Barbante
Grupo: alunos de pré-escola à 4a série.

Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma.

Tempo: 1 aula

Local: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.


Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira.

Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante.
Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.

Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.

Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos.
Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos.

Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.

Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.

Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia em prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas idéias e cada aluno quer falar mais alto que o colega.

Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.

O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor.

Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe.

É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo
 Em matemática, levei essa atividade pra sala e registramos a quantidade das figuras.



No dia seguinte, começamos a aula com música, levei-os pra sala de vídeo onde assistimos, vivenciamos, dançamos, cantamos a música PINDORAMA do cd PALAVRA CANTADA.
(Pindorama era nome que os índios chamavam o Brasil, antes dos portugueses chegarem.)
Em Identidade, levei pra sala de aula uma atividade para reconhecimento dos objetos que fazem parte da vivencia dos índios e da vivencia dos alunos na atualidade.
Linguagem Oral e escrita: hora da Leitura: Alenda da Mandioca


Artes: Indiozinhos com palitos de fósforo


L.O.e E. 


Curiosidades sobre os Índios

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