Um héroi multi-uso, Joaquim José da Silva Xavier ganhou esse apelido engraçado por causa da sua profissão. Quem adivinhar qual era ganha um doce. Já sabe? Ele era dentista, é claro. Mas não era só isso.
Tiradentes era também militar, e chegou até o posto de alferes, que na época correspondia mais ou menos a tenente. Além disso, ele foi também vendedor ambulante (que naquele tempo se chamava mascate), minerador, e ainda conseguiu arranjar tempo pra ser um dos líderes da Inconfidência Mineira!
As pessoas que conheceram Tiradentes garantem que ele era um cara e tanto. Tão legal que em nenhum momento denuciou seus companheiros inconfidentes, e assumiu sozinho a responsabilidade pelos planos da Inconfidência. Ele foi preso em maio de 1789, e depois de quase três anos na prisão, foi enforcado, aos 46 anos.
E, a partir de 1890, esse homem de mil funções ganhou uma nova: ele passou a ser também um feriado, o dia 21 de abril, Dia de Tiradentes!
Pra começar trabalhar o dia dos índios na minha escola, resolvemos partir da chegada dos portugueses no Brasil... então pra falar do assunto eu levei pra sala de aula um mapa mundi bem grande e contei a história.
Pra ficar registrado, em artes eu levei pra sala de aula o desenho de uma caravela e dei tecidos pra que os alunos decorassem como quisesse, ficou muito bonito.
Em Natureza a Sociedade, eu trabalhei os tipos de vestimentas dos índios e dos bandeirantes, levei esse texto pra sala de aula e foi um bate papo bem legal com os alunos.
Pra aula não ficar muito cansativa, fizemos uma atividade com barbante e ficou muito legal, eles amaram:
Barbante Grupo: alunos de pré-escola à 4a série. Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma. Tempo: 1 aula Local: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma. Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira. Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante. Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante. Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante. Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos. Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos. Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura. Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira. Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia em prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas idéias e cada aluno quer falar mais alto que o colega. Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra. O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor. Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe. É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo
Em matemática, levei essa atividade pra sala e registramos a quantidade das figuras.
No dia seguinte, começamos a aula com música, levei-os pra sala de vídeo onde assistimos, vivenciamos, dançamos, cantamos a música PINDORAMA do cd PALAVRA CANTADA.
(Pindorama era nome que os índios chamavam o Brasil, antes dos portugueses chegarem.)
Em Identidade, levei pra sala de aula uma atividade para reconhecimento dos objetos que fazem parte da vivencia dos índios e da vivencia dos alunos na atualidade.
Linguagem Oral e escrita: hora da Leitura: Alenda da Mandioca
"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."
Internet é assim... Tem tantas coisas legais que vão e vem.Então, se você detém o direito autoral sobre alguma imagem postada neste blog, entre em contato comigo que darei os devidos créditos.
Sou casada, tenho uma filha maravilhosa,(Giovanna)e outra princesinha chamada (Emilly) que são a razão da minha vida!
"Acredito firmemente que a única coisa a temer é o próprio medo". (Franklin Delano Roosevelt)
Bem vindos ao meu blog! Meu nome é Fernanda e quero compartilhar com vc idéias sobre a Educação em especial a "Educação Infantil" que é minha paixão. Sendo assim, espero que possa realmente satisfazer sua curiosidade. beijos!!!
Esse é meu marido, meu companheiro, meu príncipe, minha vida.
Páre de se preocupar , deixe os problemas de lado... Tenha mais confiança em Deus, coragem e otimismo... Agradeça a Deus por estar vivo. E não esqueça que o amor e a fé Fortalecem a caminhada em cada amanhecer!
Muito mais do que uma palavra complicada, é uma idéia muito importante para compreender o desenvolvimento infantil, pois entende o movimento corporal como organizado e integrado, envolvendo as experiências vividas pela criança, sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.
Enxergar nossa criança assim por inteiro permite garantir melhor seu direito à infância, pois podemos potencializar cada uma de suas necessidades, oferecendo atividades e criando oportunidades boas para diversos aspectos de seu desenvolvimento. Garantir seu direito ao brincar – espaço e tempo, com autonomia e liberdade – é dar apoio a essa idéia!
Educadores, onde estarão? Em que covas terão se escondido? Professores, há aos milhares.Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança. Rubem Alves Ei Você...Olhe à sua volta. Sorria para seus amigos e para aqueles que você pode conquistar. Dê uma boa risada! Leia mais. Viaje na imaginação. Cante uma canção. Lembre o aniversário de seus amigos. Mude de penteado. Esteja disponível para escutar. Retribua um favor. Admire o colorido e a beleza da natureza. Permita-se errar. Retribua uma gentileza. Demonstreque está feliz. Toque a ponta dos pés. Só por hoje, evite dizer: "Não posso!”. Cante e assobie. Viva intensamente cada minuto. Dê uma palmadinha nas suas próprias costas. Escute um amigo. Feche os olhos e imagine as ondas do mar. Sinta a brisa bater no rosto. Tenha bons pensamentos. Não se isole. Seja otimista. Ajude a natureza. Seja tolerante.Espreguice-se.Desperte! Ande descalço. Diga“Bem-vindo!” a quem chegou. Permita que alguém o ajude. Agradeça!! Saiba que não está sozinho.Viva com “paixão”. Sem ela,nada de grande se consegue! (*** Autor desconhecido *** ) “Minha esperança é necessária, mas não é suficiente. Ela, só, não ganha a luta, mas sem ela a luta fraqueja e titubeia. Precisamos de esperança crítica, como o peixe necessita de água despoluída.”Paulo FreireAcreditar na educação do Brasil,não basta,temos que fazer algo por nossas crianças,com dedicação e amor chegaremos lá. Paulo Freire
QUE DIA É HOJE MESMO?
oi
Eu Amo a Educação Infantil !!!
O que é ética
“Ah, isso não é ético” – eis aí uma expressão corrente. Uma expressão que sai da boca de todo mundo, mais de uma vez por dia. Uma boa parte dos que pronunciam isso poderiam muito bem dizer apenas “Ah, isso não é correto”. Mas como a palavra “correto” é claramente valorativa e, enfim, acredita-se que termos valorativos não indicam um espírito refinado, o de alguém que não percebeu, ainda, que “tudo é relativo”, então apela-se para a palavra “ética”. “Ética” aparece, assim, como uma forma de resgatar algo não relativo e, dessa maneira, quem a pronuncia, não raro, imagina que não vai “cair no relativismo” – algo muito perigoso, segundo muitos. Ética remete a algo que paralisa o interlocutor, pois dá a impressão que se está evocando princípios, para escapar do relativismo, e ao mesmo tempo se está falando de modo sofisticado, usando um termo culto, talvez filosófico, e assim é possível não soar como uma freira velha, cheia de dogmas. Desse modo, a palavra ética, intencionalmente ou não, é muito usada apenas para um jogo retórico. Não raro, aquele que a utiliza é tão vítima de tal retórica quanto aquele para quem o discurso está sendo dirigido, ou talvez até mais. Duas ou três perguntas e descobre-se que depois da palavra ética, nada vem de novidade, a não ser o velho paradoxo. O que se quer é afirmar ao mesmo tempo duas coisas que, a rigor, não podem conviver: de um lado, princípios que não podem ser desfeitos, de outro, posições condescendentes com as características de um determinado caso ou comportamento pessoal. De um lado, a idéia de que “princípios são princípios” – e isto é ser ético. De outro lado, a idéia de que quem não respeita pontos de vista alheios, está longe de ser democrático. Uma boa parte dos jovens quer ser ético e democrático. Como resolver isso? Grosso modo ética vem do grego ethos, que quer dizer costumes e hábitos de um grupo, de um povo. Também de ethos vem etnia. Quando falamos em grupos étnicos estamos dizendo: aqueles que se comportam, em relação a uma série de coisas, de modo não só semelhante, mas peculiar. Moral vem do latim mores, e também diz respeito a costumes e hábitos, mas, diferente de ética, aponta muito mais para a vida individual, para os comportamentos não públicos ou semi-públicos, os comportamentos da vida privada e, não raro, íntima. A legislação sob a qual um grupo social resolve viver – o seu conjunto de leis – emana do campo ético e do campo moral. Precisa estar em harmonia com o campo ético e com o campo moral. Quando não, tende a não funcionar. Dito tudo isso, pode-se voltar ao caso da professora que saiu da escola, ou foi demitida, depois que o filme que a apresentava dançando o “Todo Enfiado” veio para o Youtube. Ela desrespeitou alguma linha ética? Nenhuma. Ao contrário, todo o desrespeito veio das outras partes: das pessoas que a pressionaram no bairro, provocando sua mudança, e da escola que não poderia tê-la despedido, ou sequer ter influenciado na sua decisão. Aliás, no caso da escola, o eticamente saudável e o pedagogicamente correto seria a direção ter-lhe pedido para ficar. Sobre que bases digo isso? Ora, digo isso pautado exatamente na noção filosófica de ética. (veja reportagem) Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo