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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

QUADRILHAS JUNINAS


ORIGEM :Os estudos colocam ue a dança de quadrilha teve origem na Inglaterra, por volta dos séculos XIII e XIV. A guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra, serviu também para promover uma transferencia cultural entre esses países. A França adotou a quadrilha e levou-a para os palácios, tornando-a assim uma dança nobre. Rapidamente se espalhou por toda a Europa, sendo assim uma dança presente em todas as festividades da nobreza.
Originalmente, em sua forma francesa, a quadrilha era dançada em cinco partes, em compassos que variavam de 6/8 a 2/4, dependendo da parte que estava sendo dançada, terminando sempre em um galope, que normalmente atravessava-se o salão.
A quadrilha não só se popularizou, como dela apareceram várias derivadas
no interior. Assim a Quadrilha Caipira, no interior paulista (e Minas), o baile sifilítico na Bahia e Goiás, a saruê (deturpação de soirée) no Brasil Central e, porventura a mais interessante dentre todas elas, a mana chica e suas variantes... Várias danças do
fandango usam-se com marcação de quadrilha, da mesma forma que o pericón e outros bailes guascas da campanha no Rio Grande do Sul.

Nota-se que, numa coincidência que a Sociologia e a História explicam murta bem, uma dança nascida no meio do povo seis ou sete séculos atrás, voltou ao povo, em outro país e outra etnia mas praticamente conservando a mesma função antropológica, social e cultural. A Guerrra dos Cem Anos, entre a França e Inglaterra, acabaria levando a "country dance para a França. Lá, a palavra se afrancesou, transformou-se em contredance , uma dança em que os pares executam a coreografia, frente à frente, ou "vis-a-vis". A "contredance" se aportuguesou como "contradança" e quadrilha, mas que implica a formação de pares em alas apostas; a palavra é provavelmente derivada da "country dance" inglesa.

Em dois séculos, a contradança perdeu aquela sua característica camponesa e rural para tornar-se a dança nobre por excelência, conquistando, primeiramente, a corte francesa e. em seguida, todas as cortes européias, incluindo a portuguesa.Chegou-se ao ponto de, no século 18, ela ter sido a grande dança protocolar, de abertura dos bailes da corte. A medida que ela foi se popularizando, principalmente no Brasil e Portugal, o nome quadrilha' foi começando a ser usado, seguindo, aliás,uma terminologia utilizada na Espanha e na Itália, onde identificava a contradança, dançada por quatro pessoas. Desta"quadrilha de quatro derivou a "quadrilha geral .

A quadrilha chegou ao Brasil no século XIX, com a vinda da Corte Real portuguesa. Rapidamente essa dança de salão, típica da nobreza, caiu nas graças do nosso povo animado e festeiro. É importante lembrar que a quadrilha é uma dança característica dos caipiras, pessoas que moram na roça e têm costumes muito pitorescos.
Hoje, porém , a dança apresenta marcação alternadamente , em português e francês macarrônico e mesmo em francês e linguagem sertaneja , utilizando expressões como: "Balancê" que quer dizer Balancer ,significando que todos os participante devem dançar balançando em seus lugares ,pares desligados."Cumprimenta vis-a-vis.Avan. tú", que quer dizer avançar para o centro a fim de cumprimentar com acêno de cabeça. "Anarriér",que quer dizer voltar aos seus lugares.
Em 1952 foram apresentadas, simultaneamente, 20 quadrilhas pelo " Baile do Poço " o que demonstrava o quanto este gênero era apreciado aqui no Brasil.
Os compositores brasileiros tomaram gosto pelo gênero e hoje em dia as quadrilhas possuem características bem nacionais.
A DANÇA DA QUADRILHA: A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores.
A marcação que apresentamos é uma das mais tradicionais e simples. Os comandos mais utilizados são(pondem ocorer variantes dependendo da região):

BALANCÊ (balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
E usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só
para os cavalheiros, as damas permanecem no
BALANCË. E vice-versa,

ANAVAN (en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.

RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.

TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.

Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:
01. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada
cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música.
BALANCÊ é o primeiro comando.

02.
CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS"
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.

03. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRI M ENTAR CAVALHEIROS"
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.

04. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros, de mãos dados, dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Ao se aproximarem, todos se soltam.
Com os braços levantados, giram pela direita. Soltam-se as mãos, dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros, de mãos dados, vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa,

05. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os
pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador
pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.

06. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.

07. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.

08. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.

09. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.

10. ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como noTUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.


11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.


12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo.
Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.

13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.

14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.

15. DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.

16. A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.

17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.

18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.

19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!

20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.

21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar.


terça-feira, 23 de junho de 2009

RECEITAS JUNINAS

. Arroz-doce ou arroz-de-leite -
Ingredientes: 01 xíc. de arroz lavado e escorrido / 01 lata de leite condensado / canela em pó / Preparo: Leve o arroz ao fogo numa panela grande com 2 litros de água. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe o arroz até ficar macio. Acrescente o leite condensado e mexa um pouco com colher de pau. Coloque em tijelas individuais e polvilhe com canela em pó.

. Cocada -
Ingredientes: 01 pacote de coco ralado / 800 grs de açúcar branco / 01 copo de leite / 01 colher (sopa) de manteiga / Preparo: Queime o coco com o açúcar até ficar amarelinho. Coloque em seguida a manteiga e o leite, mexendo sem parar até ver o fundo da panela. Retire do fogo e bata bem até engrossar mais. Despeje em mármore untado. Espere esfriar e corte em pedaços.

. Doce de abóbora -
Ingredientes: 01 kg de abóbora descascada / 03 xíc. de açúcar / 04 cravos da Índia / 01 canela em pau / Preparo: Corte a abóbora em cubos. Ponha na panela com o açúcar. Leve ao fogo baixo, junte a canela e os cravos e ferva até que os cubos fiquem macios. / OBS: Para fazer o doce cremoso, amasse a abóbora. Cozinhe em fogo baixo e mexa. Qdo começar a soltar do fundo da panela, junte 01 pacote de coco ralado. Cozinhe por mais 2 min.

. Doce de batata-doce -
Ingredientes: 01kg de batata-doce / açúcar / 01 vidro de leite de coco / Preparo: Cozinhe, descasque e passe as batatas pelo espremedor. Meça as xícaras de massa de batata para juntar a mesma quantidade de açúcar. Misture e leve ao fogo, mexendo até começar a largar da panela. Acrescente o leite de coco e mexa até o doce se desprender da panela. Deixe esfriar e ponha o doce em compoteira.

. Maçã do amor -
Ingredientes: 01 kg. de açúcar / 01 xíc. de água / 1 col.sopa de vinagre/anilina até ficar vermelho/ maçãs vermelhas espetadas em palitos de sorvete / Preparo: Numa panela despeje o açucar, a água, o vinagre e a anilina. Mexa bem. Limpe bem os arredores da panela com a mão molhada, leve ao fogo e deixe ferver sem mexer, até ficar em ponto de vidro (coloque com uma colher um pouquinho em um copo com água, se estalar está no ponto certo.)passe as maçãs na calda e deixe esfriar em uma forma untada com óleo. Deixe secar.

. Cuscuz doce -
Ingredientes: 800 ml de leite / 1/2 xíc. de leite de coco / 01 pitada de sal / 01 xíc. de açúcar / 1/2 xíc. de coco ralado / 250 g de tapioca / Preparo: Leve ao fogo uma panela com o leite, o leite de coco, o sal e o açúcar e cozinhe até ferver. Junte o coco e a tapioca. Cozinhe por mais 20 min. ou até levantar fervura. Retire do fogo. Despeje numa fôrma e cubra com papel alumínio. Leve à geladeira até a tapioca absorver todo o leite e ficar firme (cerca de 2 horas).

. Canjica ou munguzá -
Ingredientes: 500 g de canjica / 01 lata de leite condensado / 01 litro de leite / 06 colheres (sopa) de açúcar / 01 vidro de leite de coco / Preparo: Lave a canjica e deixe de molho, de véspera. No outro dia, cozinhe-a em panela de pressão por 30 min., coberta com ¾ de água. No final a água deve ter secado quase toda. Junte o leite, o acúcar, o leite condensado e o leite de coco. Ferva por cerca de 30 min. em fogo baixo e panela destampada.

. Curau -
Ingredientes: 06 espigas de milho verde / 01 litro de leite / 03 xíc. de açúcar / 01 pitada de sal / Preparo: Corte o milho rente ao sabugo e liqüidifique com o leite. Coe em peneira fina, pressionando com a colher. Coloque o líquido coado na panela, adicione o açúcar e o sal. Leve ao fogo, mexendo com colher de pau. Cozinhe até se desprender do fundo da panela. Coloque em uma travessa e polvilhe canela em pó por cima.

. Milho -
Escolha espigas com folhas verde bem vivo e cabelo marrom escuro. Qto mais amarela e seca a casca, mais duro é o milho. Ao comprar milho descascado, veja a parte de baixo da espiga. Se estiver macia, o milho é fresco, se estiver dura ou cortada, o milho é velho. Compre espigas com grãos até a parte de cima. Para ver a maciez dos grãos, aperte-os com as unhas, se soltar um pouco de líquido é sinal de milho bom.

. Pamonha -
Ingredientes: 12 espigas de milho macio, leite e açúcar / Preparo: Tire a palha das espigas, aproveite as melhores e faça com elas, saquinhos. Rale as espigas, junte um pouco de leite quente até formar uma massa grossa. Adoce. Coloque a massa nos sacos, amarre as bocas com barbante e cozinhe na água fervendo, até a palha amarelar e começar a flutuar (demora de 30 a 40 min.). Escorra e sirva fria no próprio saquinho.

. Pipoca - Ingredientes: 04 colheres (sopa) de óleo / 01 xíc. de milho para pipoca / sal / Preparo: Coloque o óleo na panela e leve ao fogo para aquecer. Acrescente o milho e tampe a panela. Assim que o milho começar a estourar balance a panela sobre a chama para que as pipocas não queimem. Não abra a tampa até notar que todo o milho estourou. Depois, coloque em tigela e salpique com sal.

. Amendoim doce -
Ingredientes: 500g de amendoim cru e com casca / 01 xíc. de água / 02 colheres (sopa) de chocolate em pó / 02 xíc. de açúcar / 01 colher (café) de fermento em pó / Preparo: Numa panela, coloque o amendoim, o açúcar, a água, o chocolate e o fermento. Misture e leve ao fogo médio. Mexendo sempre até secar. Depois coloque num tabuleiro e leve ao forno médio, por 15 min.

. Amendoim torrado - Espalhe o amendoim numa assadeira gde. Asse no forno pré aquecido por cerca de 15 min, até tostar. Esfregue o amendoim entre as mãos para retirar a pele.
. Paçoca - 02 xíc. de amendoim torrado sem casca e pele / 02 xíc. de açúcar / 01 xíc. de farinha de mandioca torrada / 01 pitada de sal // Coloque o amendoim no liquidificador. Bata até moer. Ponha numa tigela. Junte o açúcar, o sal, e a farinha. Misture bem.


. Pé-de-moleque - 03 xíc. de amendoim cru sem casca / 02 xíc. de açúcar / 02 colheres (chá) de bicarbonato de sódio / Preparo: Lave o amendoim, escorra e ponha numa panela com o açúcar. Misture e leve ao fogo. Mexa delicadamente. Qdo o açúcar começar a dourar, junte o bicarbonato. Retire do fogo e misture bem. Despeje em tabuleiro untado. Assim que começar a endurecer, corte em quadrados. Deixe esfriar antes de separá-los.

. Vinho quente - 01 litro de vinho tinto seco / 05 colheres (sopa) de açúcar / 06 cravos da Índia / 1 canela em pau / ½ litro d'água / 01 casca de laranja (deixe secar de um dia para outro) / 01 maçã descascada e picada // Ponha o vinho, a água, o açúcar, o cravo, a canela e a casca de laranja na panela. Leve ao fogo alto mexendo sempre. Ferva por 3 min. Coe, junte a maçã picada, misture. Sirva quente em canecas.

BRINCADEIRAS PARA FESTA JUNINA

. Cabo-de-guerra: Traça-se uma linha no chão, dividindo ao meio o local escolhido para o jogo. Os participantes, separados em dois times iguais, ficam em fila, cada grupo do seu lado, segurando uma corda de uns cinco metros de comprimento. A marca (bem visível) que mostra o meio da corda, deve ficar exatamente acima da linha traçada no chão. Dado o sinal, os participantes puxam a corda na direção do seu lado. Vence o grupo que conseguir fazer um participante do outro grupo pisar a linha traçada no chão.


. Carrinho de mão: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma delas, os participantes são reunidos aos pares e formando duas fileiras, uma atrás da outra. Dado o primeiro sinal, o participante da dupla que está na fileira da frente, apóia as mãos no chão e estica as pernas para trás. Seu companheiro da fileira de trás, levanta suas pernas e segurando-as à altura do joelho, fica entre elas. Dado o segundo sinal, as duplas começam a correr, um com os pés e o outro com as mãos. Quem cair volta à linha de largada. Vence a dupla que alcançar a linha de chegada primeiro.


. Corrida do ovo na colher: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve segurar com uma das mãos (ou a boca) uma colher com um ovo cozido em cima. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Se quiser variar, substitua o ovo cozido por batata ou limão.
. Corrida do milho: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma das linhas, coloca-se uma bacia com grãos de milho. Atrás da outra linha, os participantes são reunidos aos pares - um deles segura uma colher e o outro um copo descartável. Dado o sinal, os participantes com a colher correm até a bacia. Enchem a colher com milho e voltam para a linha de largada. Lá chegando, colocam o milho no copo que seu companheiro segura. Vence a dupla que primeiro encher o copinho com milho.


. Corrida de ré: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Os participantes colocam-se na primeira linha, de costas para a outra linha, onde estão colocados objetos iguais, um para cada um deles. Dado o sinal, eles partem andando de costas, sem correr ou segurar a pessoa ao lado. Chegando na linha, viram de frente, apanham o objeto (pode ser um papel) e retornam de costas. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada.


. Corrida do anão: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada participante deve caminhar acocorado, fazendo-se o menor possível. Quem cair sentado no chão ou ajoelhado, volta para o local de partida. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada.
. Corrida do Saci (com um pé só): Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Na primeira linha, os corredores tiram os sapatos, que são levados para trás da outra linha, onde são misturados. Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar seus sapatos, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto.


. Corrida dos Sacis em fila (com um pé só): Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma delas, os participantes são reunidos em dois grupos iguais. Em fila, os participantes seguram firme nas costas de quem está na sua frente. Dado o sinal, os participantes avançam pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois, devem retornar, pulando com o pé direito. Se a fila se romper, o grupo volta à linha de largada. Vence o grupo que alcançar a linha de chegada primeiro. Nota: Pode-se fazer mais de duas filas com os participantes. Por exemplo - três filas com três participantes cada.


. Corrida do saco: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve colocar as pernas dentro de um saco grande de pano e segurá-lo com ambas as mãos na altura da cintura. Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada. Nota: Para substituir o saco de pano pelo de plástico (grosso) de lixo, que é mais escorregadio, é preciso testar o local da corrida com antecedência.


. Corrida do sapo (com os dois pés ao mesmo tempo): Marca-se um local de partida e outro de chegada. Todos os participantes recebem um barbante do mesmo tamanho. Cada um amarra o seu barbante nos próprios tornozelos. Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos ou andando depressa até a chegada. Vence quem chegar primeiro. Nota: Antes de começar, é preciso deixar claro se é permitido - só pular, só andar ou as duas formas são válidas.


. Corrida dos sapos em fila (com os dois pés ao mesmo tempo): Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma delas, os participantes são reunidos em dois grupos iguais. Em fila, os participantes seguram firme na cintura de quem está na sua frente. Dado o sinal, os participantes avançam pulando. Se a fila se romper, o grupo volta à linha de largada. Vence o grupo que alcançar a linha de chegada primeiro. Nota: Pode-se fazer mais de duas filas com os participantes. Por exemplo - três filas com três participantes cada.. Corrida dos três pés (em dupla): Marca-se um local de partida e outro de chegada. Os participantes são reunidos em duplas. Com uma fita ou tira de pano, o tornozelo direito de um é amarrado ao tornozelo esquerdo de seu par. Para manter o equilíbrio, vale abraçar o companheiro pela cintura. Dado o sinal, as duplas participantes devem andar depressa até a chegada. Vence a dupla que chegar primeiro.

  • Fontes: Arquivo pessoal / Os meus brinquedos, Alberto Figueiredo Pimentel, Livraria Quaresma, RJ,1959 /
    O Livro dos Nossos Filhos, Ed. Alfa, 1959 / Jogos para recreação infantil, Ethel Bauzer Medeiros, 1961.

ALGUMAS ATIVIDADES




BONECOS ARTICULADOS




Desenhos juninos
















máscara para festa junina















sexta-feira, 6 de junho de 2008










Muito bacana, pesquisando sobre festa junina encontrei estes modelos que podem servir
como modelos de convites para enviar para os pais.
Esta caixinha que encontrei num blog super legal das amigas blogueiras, dá pra ser um convitinho super diferente, o enunciado da festa pode ir dobrado dentro da caixinha.

festa Junina

A Festa Junina no Brasil tem origem com os índios que realizavam rituais no dia 21 de junho, quando ocorre o solstício de inverno, o dia mais curto e noite mais longa do ano, para que a colheita fosse boa. Nas comemorações, eram acesas fogueiras, principal elemento nos festejos agrícolas, que passaram a representar o nascimento de São João.
Com a mistura das festividades dos índios e as dos portugueses, que chegaram aqui no século XV, as festas juninas foram ganhando a forma que conhecemos hoje.