segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
HISTÓRIA DO CARNAVAL DO BRASIL
Você sabe como surgiram as escolas de samba aqui no Brasil?
Tudo começou no início do século 20, quando os ranchos, desfiles de máscaras e fantasias em carros enfeitados pela avenida, já estavam mais que estabelecidos no Rio de Janeiro pelas sociedades carnavalescas - grupos organizados que usavam fantasias reproduzindo as roupas da corte.
Esses desfiles, ao som de ópera, eram muito luxuosos. Só participavam deles os que podiam comprar fantasias para o evento, sempre muito caras.
Por isso, os pobres brincavam em outros bailes, semelhantes aos da nobreza, mas com muito menos luxo. As fantasias eram imitações mais baratas, e a música, uma grande e empolgante batucada. Um dos principais lugares em que aconteciam essas festas era a Praça Onze, no bairro do Estácio, bem perto do local onde hoje fica o Sambódromo do Rio de Janeiro.
Quem era de fora achava o Carnaval dos pobres feio e atrasado, e dizia que só participavam dele bandidos e vagabundos. Foi então que os carnavalescos do Estácio resolveram se organizar, à semelhança da forma como faziam os ricos.
Em 1929, fundaram a Deixa Falar, a primeira escola de samba de que se tem notícia. A partir daí, eles passaram a escolher todo ano um tema que definiria as fantasias e a música, como acontece com os sambas-enredo que temos hoje.
Desde então, a festa foi evoluindo até se tornar o carnaval carioca conhecido hoje, tão famoso que é reproduzido nas comemorações de várias cidades pelo Brasil afora.
10 coisas que você precisa saber sobre o desenho da criança
A arte infantil acontece, devido a um conjunto de circunstâncias naturais e sociais que se repercutem nas crianças, ao longo do seu desenvolvimento, tanto a nível motor como cognitivo.
A arte infantil como forma de expressão e comunicação é um conceito de arte, cuja definição a considera como forma de pensamento e não como manifestação dos estados emocionais/afectivos da criança.
Os desenhos das crianças partem de impulsos espontâneos, que excluem a premeditação, respondem aos imperativos do seu nível do estado de desenvolvimento, não têm estilo são um jogo entre símbolos e imagens.
Os desenhos infantis são considerados signos e esquemas concretos onde a criança procura dar significado. Deste modo, a expressão artística da criança, de modo consciente ou inconsciente é uma forma de comunicação, visto que por vezes, transmite a mensagem da criança, ou seja, aquilo que está a pensar e que quer dizer , mas não consegue.
1 - Expressão e emoção. A criança tem uma intensa elaboração mental enquanto desenha. É comum, enquanto o lápis risca o papel, ouvir as crianças narrando histórias que se passam com os personagens que traçam. É como o que acontece no brincar.
2 - Fases e estilos. Por mais que, no geral, a criança comece pelos rabiscos por prazer e vá mudando o traço até chegar a formas mais "reais", essas fases não são fixas. Ao longo da infância, as crianças podem ir e voltar várias vezes em determinados estilos, fazer um desenho característico de uma fase pela manhã e, à tarde, esboçar um desenho próprio de outra. E é por isso que não é adequado classificarmos os desenhos como "bom" ou "ruim". O desenvolvimento da criança por meio do desenho não tem uma característica linear.
3 - Diferentes materiais. Procure oferecer diferentes suportes e riscadores para seu filho. Papéis de diferentes texturas, cores e tamanhos, como lixa, papelão, papel canson, papel vegetal... Quanto maior a variedade, melhor. Entre os riscadores, varie os tipos de lápis, giz de cera e canetas. Cada material vai proporcionar um desenho diferente e, quanto maior a variedade, maiores as experiências das crianças.
4 - Espaço para desenhar. Tenha em casa um cantinho onde seu filho possa desenhar, vale até ser no chão, caso ele prefira. Um caderno de desenho e um estojo com lápis apontados, gizes de cera e canetinhas devem sempre estar à mão. Se forem pincéis, tintas ou canetinhas, forre um pedaço do chão e deixe a criança à vontade.
5 - Um mundo novo. Desenhar é um reflexo do descobrir. Além de abrir um enorme leque para a expressão e a fantasia, o desenho também contribui para a exploração do real, já que chama a atenção para os seres e objetos e desperta a atenção para formas, texturas, tamanho, cores, volumes e proporções. 2 - Fases e estilos. Por mais que, no geral, a criança comece pelos rabiscos por prazer e vá mudando o traço até chegar a formas mais "reais", essas fases não são fixas. Ao longo da infância, as crianças podem ir e voltar várias vezes em determinados estilos, fazer um desenho característico de uma fase pela manhã e, à tarde, esboçar um desenho próprio de outra. E é por isso que não é adequado classificarmos os desenhos como "bom" ou "ruim". O desenvolvimento da criança por meio do desenho não tem uma característica linear.
3 - Diferentes materiais. Procure oferecer diferentes suportes e riscadores para seu filho. Papéis de diferentes texturas, cores e tamanhos, como lixa, papelão, papel canson, papel vegetal... Quanto maior a variedade, melhor. Entre os riscadores, varie os tipos de lápis, giz de cera e canetas. Cada material vai proporcionar um desenho diferente e, quanto maior a variedade, maiores as experiências das crianças.
4 - Espaço para desenhar. Tenha em casa um cantinho onde seu filho possa desenhar, vale até ser no chão, caso ele prefira. Um caderno de desenho e um estojo com lápis apontados, gizes de cera e canetinhas devem sempre estar à mão. Se forem pincéis, tintas ou canetinhas, forre um pedaço do chão e deixe a criança à vontade.
6 - Observar e lembrar. É comum as crianças desenharem de acordo com a lembrança que têm dos objetos - e não os observando. Procure ajudar seu filho a despertar para o olhar. Use o cotidiano. Chame a atenção dele para uma janela grande, para as cores da água do mar, até para o desenho no chão com as gotas de água saídas de um regador, por exemplo. Descubram juntos texturas, formatos de folhas e de nuvens...
7 - Pais não são os 'grandes modelos'. Resista ao desejo de mostrar como desenhar. Apesar de desenhar em família ser ótimo, cada um deve ter seu espaço e seu traço.
8 - Crie referências. Visite museus, galeria de artes e onde tiver exposições que possam ser boas referências de arte para a criança, converse sobre o que for visto, o estilo do artista, compare. Livros infantis são também excelente estímulo - talvez o primeiro contato deles com uma obra de arte!
9 - Use fotografias. Para o francês Henri-Cartier Bresson, a maior referência em fotografia no mundo, a foto é um meio de desenhar. Fotografias podem render ótimos exercícios. Em uma exposição, por exemplo, converse com a criança sobre as formas, como pessoas diferem de objetos, os ângulos. Outra atividade bacana é colocar uma folha de papel vegetal por cima de uma foto e, com um lápis, permitir que ela descubra as linhas principais e, quem sabe, a poesia que há nas grandes fotografias de todos os tempos (na internet há milhares de exemplos como sites de grandes fotógrafos ou temáticos).
10 - Não serve como avaliação psicológica. Muita cautela para usar o desenho como uma avaliação de aspectos intelectuais ou emocionais da criança. Chega a ser perigoso dizer, por exemplo, que cores escuras no desenho denunciam crianças deprimidas, por exemplo. Apenas em consultórios de psicólogos, em meio a várias outras ferramentas, eles podem ser usados para avaliação dentro de um contexto mais amplo.
Fontes: Laïs Krücken Pereira, especialista em psicologia de desenvolvimento humano, Ana Paula Martinho, coordenadora da área de artes da escola Estilo de Aprender (SP), psicóloga Mônica Cintrão, Kika Almeida Mendes, tutora de Artes da Educação Infantil da Escola Viva
sábado, 16 de janeiro de 2010
Agradecimento
Em meio a tantos acontecimento acabei deixando de agradecer aos pais do Jardim Amora, aos alunos,
aos professores e funcionários amigos e companheiros, a minha Diretora Rosemeire, a Lilian uma secretária
inteligentissíma e dedicada a todos pelo carinho, amizade e companheirismo.
Foi um ano maravilhoso, com uma equipe maravilhosa e com alunos que vou guardar pra sempre em meu coração, com pais participativos e maravilhosos.
A todos meu MUITO OBRIGADA!
Que Deus continue com todos vocês ao longo do ano, onde quer que vocês estejam.
Obrigada!!!!
LUTO
A VIDA PAROU???
Sim! a minha parou no dia 30/12/2009 quando perdí meu irmão.
É assim que eu tinha encarado no primeiro momento, mas acredito
que a vida precisa continuar... Tenho me apegado a Deus,
foi tanto sofrimento que não consigo traduzir isso em palavras, eu estava totalmente sem
ânimo de fazer as coisas e em meio a tanto sofrimento uma alegria: ESTOU GRÁVIDA!
Isso fez toda diferença na minha vida, preciso reagir, continuar vivendo.
Deixo aqui apenas minha indignação pela perda do meu irmão, não consigo imaginar como
a pessoa que o matou consegue por sua cabeça no travesseiro e dormir, sabendo que matou
a pessoa que eu amava, que tinha familia, que não era um santo, mas era um homem que amava
a familia, só de ver a dor que minha mãe está atravessando é de cortar o coração.
Só Deus é que nos dá força e nos ajuda a continuar.
Quanto ao meu irmão, só tenho agradecer pelo irmão que ele foi, o pai que foi, o filho que minha
mãe não consegue esquecer.
Por isso digo apenas: LEO TE AMO MUITO!!!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
ÁRVORES DE NATAL DA MINHA ESCOLA/Colégio Curumim II
Árvore de rolinho de papel higiênico feito por mim. (Fernanda)
Árvore de copo descartáveis feito pela professora Daniela e professora Margareth
Árvore de natal feita com anjinhos da professora Idalice
Árvore de natal feita com lacinhos da professora Maria
Ávore de natal feita com garrafas descartáveis da Diretora Rosemeire, é a arvore oficial do colégio Curumim 2
Recentemente fiz amizade pela internet com uma pessoa muito legal chamada Denise, ela é lá de São João Del Rei - MG, ela me mandou fotos dos enfeites de natal da galera da escola dela, ficou lindo... Parabéns a todas!!!
(Denise, Meirinha, Adriana, Flaviana,Karla, Marcia,Sara, Marina e seus alunos)
Árvore com pratinhos descartáveis
Árvore com bandeijas de isopor
Árvore com jornal
Árvore feitas com pequenas árvorezinhas
Árvore com rolinhos de papel higiênico (legal!)
Árvore feita com mãozinhas dos alunos
Árvore toda de cd ( linda!)
Árvore feita com arvorezinhas pequenas
domingo, 22 de novembro de 2009
Pratique alegria em suas aulas
A alegria é uma grande passagem pela qual o homem atravessa de uma perfeição menos para uma perfeição maior. (Spinoza)
Recentemente estava pesquisando sobre aulas diferenciadas e alegres aí encontrei essa sitação no blog "Educação Diferenciada" e concordei plenamente com ela, realmente quando chegamos na sala de aula disposto, pra cima, alegre podemos perceber a diferença nas ações dos nossos alunos, por isso, cada dia que passa amo mais ser professora.
PRATIQUE ALEGRIA EM SUAS AULAS!!!
A alegria é fonte importante e segura na aprendizagem de nossos alunos.
Crianças tristes e desanimadas não conseguem aprender com o mesmo rendimento que alcançariam se estivessem alegres e entusiasmadas.
Por esta razão, acredito que as dinâmicas, as brincadeiras, os jogos abrem um leque de possibilidades que favorecem a aprendizagem.
Crianças tristes e desanimadas não conseguem aprender com o mesmo rendimento que alcançariam se estivessem alegres e entusiasmadas.
Por esta razão, acredito que as dinâmicas, as brincadeiras, os jogos abrem um leque de possibilidades que favorecem a aprendizagem.
O educador é mais que alguém que ensina, ele precisa ser um animador, um artista(que por muitas vezes incorporar-se em mágico, equilibrista, trapezista, um "doce" de palhaço). Portanto, a alegria deve existir em todos os momentos do trabalho. Seja nas aulas, reuniões de pais, e assim, facilitando as discussões e tornando-se mais criativo.
Sei que, nem sempre a "maré"está para cantar, pular, mesmo porquê os exageros também nos alertam desequilíbrio.
Mas ter alegria é essencial, mais que papel e lápis, giz e lousa, mais que sala, mais que livro.
A alegria é tão importante quanto a sólida base de conhecimentos conteudístas e a afetividade do educador para com seus alunos e com o seu trabalho pedagógico.
Então... pratique a alegria em suas aulas!!!
A alegria é tão importante quanto a sólida base de conhecimentos conteudístas e a afetividade do educador para com seus alunos e com o seu trabalho pedagógico.
Então... pratique a alegria em suas aulas!!!
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